Verão e altas temperaturas: cuidados com a saúde

24 a 27/01/2022

Com as altas temperaturas e as férias escolares, muita gente aproveita para viajar com amigos e família. Mas essa estação do ano requer alguns cuidados com a saúde. Isso porque a exposição aos raios solares ultravioletas, que podem causar queimaduras e até mesmo desenvolver o câncer de pele, é maior. Além disso, são mais comuns casos de insolação e desidratação devido ao forte calor. E para se refrescar, praias, piscinas e cachoeiras são destinos favoritos das crianças, o que requer atenção redobrada dos cuidadores. Confira todas as dicas para cuidados com a saúde no verão no “Saúde com Ciência”!

Entrevistado(a)s: Claudemir Roberto Aguilar – professor do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG

Romina dos Santos Gomes – professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG

Temporada de chuvas: redobre o cuidado

De 17/1/2022 a 20/1/2022

O ano mal começou e já trouxe muita chuva. Em pleno verão, algumas regiões do país vivem dias de muita umidade e, principalmente, problemas com inundações. E neste período de tempestade, é preciso tomar alguns cuidados com doenças que podem aparecer com maior frequência. O programa de rádio “Saúde com Ciência” explica quais são essas doenças e como preveni-las, além de abordar como a ação humana e a ausência de políticas públicas potencializam os danos causados pelas chuvas.

Entrevistado: Marcus Vinícius Polignano – professor do Departamento de Medicina Preventiva e Social da Faculdade de Medicina da UFMG.

Atenção papais! Crianças e a Influenza H3N2

O vírus Influenza A/ H3N2 pede atenção dos cuidadores de crianças pequenas, já que elas têm mais risco de desenvolverem casos graves da gripe. Para orientações sobre como proceder com os pequenos, ouça a entrevista com a professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG, Cristina Alvim. 

Influenza H3N2 – tire suas dúvidas

Com o avanço da variante ômicron, o Brasil vive uma nova onda de casos da Covid-19. Ao mesmo tempo, vivemos uma epidemia de gripe Influenza a /H3N2. O problema é que as duas doenças têm sintomas e transmissão similares. Então, como diferenciar? Outra dúvida comum é sobre a gravidade dessa nova cepa. Para esclarecer sobre essas e outras dúvidas, o “Saúde com Ciência” conversou com o professor do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG, Ênio Pietra Pedroso. Confira!

Retrospectiva da saúde – 2021

Meio ambiente, pandemia, impactos da crise sanitária na população negra e indígena, bem como pesquisas e trabalhos protagonizados pela UFMG e que foram destaques no mundo. No “Saúde com Ciência” desta semana, confira retrospectiva dos principais acontecimentos de 2021. Está imperdível!

Variante ômicron: o que vem pela frente?

27/12/2021 a 30/12/2021

Com o surgimento da nova variante do coronavírus, a Ômicron, alguns medos e incertezas voltaram a assombrar os brasileiros. Por isso, na série desta semana, conheça as principais características e comportamentos dessa mutação, quais as medidas preventivas, especialmente nas festas de fim de ano, bem como projeções para o futuro. Será que estamos realmente caminhando para o fim da pandemia? Confira isso e muito mais nesta edição especial.

Entrevistado:
Flávio da Fonseca – professor do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG (ICB), virologista do CT-Vacinas da UFMG e presidente da Sociedade Brasileira de Virologia.

40 anos do HIV

Após 40 anos do primeiro caso, a epidemia de HIV/AIDS continua e atinge cerca de 900 mil pessoas no Brasil, que vivem com esse vírus. Mas se no passado, receber um diagnóstico positivo era praticamente uma sentença de morte, com o avanço da medicina, hoje as pessoas que seguem o tratamento corretamente conseguem alcançar o ponto de não transmitirem mais o vírus. Dados do Ministério da Saúde mostram que 92% das pessoas em tratamento para o HIV, no Brasil, já atingiram o estágio indetectável, ou seja, não transmitem o vírus e conseguem manter a qualidade de vida, sem a manifestação dos sintomas da Aids.

Nesta série do “Saúde com Ciência”, saiba mais sobre essa infecção, por que ainda há tantos casos no país, especialmente entre os jovens, e como tratar e combater esse vírus.

Entrevistados:

Dirceu Greco – infectologista, professor emérito da Faculdade de Medicina da UFMG e coordenador do projeto PrEP 15-19 Minas.

Unaí Tupinambás – professor do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG e co cordenador do projeto PrEP 15-19 Minas.

Edição especial – Crise de saúde na terra Yanomami

Os povos indígenas  Yanomami   têm vivido cenário de guerra contra fome, desnutrição e doenças como a malária. Soma-se ainda a precariedade no socorro médico e invasão do garimpo ilegal nessa, que é a maior reserva indígena do Brasil. Dados publicados pelo Ministério Público Federal mostram que 52% das crianças da etnia estão desnutridas, e que há 44 mil registros de malária em população de 28 mil pessoas.

Neste podcast, conheça um pouco mais da história e realidade enfrentada pelos  Yanomamis, bem como ações que poderiam preservar a vida e cultura desses povos.

Entrevistado: Rogério Duarte do Pateo – antropólogo e professor do Departamento de Antropologia e Arqueologia da UFMG, que estuda os povos ianomâmis.

Saúde indígena em foco

Cerca de 900 mil do total de 213 milhões de brasileiros residem em localidades indígenas, segundo o IBGE. Essa população vem sofrendo desafios para promoção da saúde, a exemplo do aumento da mortalidade infantil, que cresceu 12% de 2018 para
2019.

Neste podcast, saiba quais são as principais doenças que acometem esses povos e como funciona a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas, na teoria e na prática.

O programa também traça panorama da situação dos indígenas neste momento de pandemia e explica por que a mortalidade é maior entre esses povos quando comparada à população em geral. 

Entrevistada: Érica Dumont, professora da Escola de Enfermagem da UFMG, especialista em saúde dos povos indígenas.

Nutrir para crescer: porque combater a desnutrição infantil

De 06/12 a 09/12/2021
Os impactos da pandemia de covid-19 na vida das crianças brasileiras têm se mostrado preocupantes para os especialistas e a desnutrição infantil é um dos principais problemas. Durante o ano passado, mais de 149 milhões de crianças menores de 5 anos sofreram de desnutrição crônica no mundo. De acordo com o DataSus, somente neste ano, até o mês de setembro, foram registradas 3.061 mortes de crianças até 9 anos no Brasil, também pela condição. Entenda o motivo desses dados alarmantes, quais os efeitos ao longo da vida, como prevenir e os tratamentos possíveis.
Entrevistado: Clésio Gontijo do Amaral – professor do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG, especialista em nutrologia pediátrica