Excessos de fim de ano e refluxo

O Natal e o Ano Novo são datas muito comemoradas em todo o mundo, quando os amigos e familiares se reúnem para confraternizar com mesas repletas de comidas e bebidas. Por isso, o excesso nas refeições de final de ano é muito comum, causando, muitas vezes, sintomas de refluxo, como azia ou queimação, e até a descompensação de determinadas doenças crônicas. Sendo assim, no último programa de 2022, o Saúde com Ciência irá abordar os excessos nas festas de fim de ano e o refluxo, com foco nos sintomas, diagnósticos, tratamentos e no equilíbrio para a conservação da saúde.

Entrevistado:

Gabriel Nino: médico clínico e gastroenterologista do Hospital das Clínicas da UFMG.

Acne: tratamentos e cuidados no verão

Com o verão chegando, o cuidado com a pele deve ser redobrado devido à exposição solar. E para quem tem espinhas ou cravos, a atenção não deve ser diferente, pois, nesta época de calor, a pele pode ficar mais oleosa e surgir mais acne se não tomado os devidos cuidados. Por isso, nesta semana que começa o verão, o Saúde com Ciência vai abordar sobre a acne, as causas, os tratamentos e o cuidado nesta época de altas temperaturas.

Entrevistado: Claudemir Aguilar – professor do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG.

Poliomielite: características e vacinação

A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil ou pólio, é uma doença contagiosa e muito perigosa, podendo prejudicar até os membros inferiores em casos mais severos. E a principal forma de prevenção da doença é a vacinação. Para se ter uma ideia, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), antes da adesão à vacina, em 1988, foram notificados cerca de 350 mil casos de poliomielite. Já em 2018, após muitas campanhas vacinais, apenas 29 casos foram identificados. Por isso, nesta semana, o Saúde com Ciência vai abordar a poliomielite, suas características e a importância da vacinação.  

Entrevistada: Valéria de Melo Rodrigues – professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG. 

Menstruação e saúde

A menstruação está presente na vida milhões de mulheres cisgênero, homens transgênero e pessoas que se identificam como não binárias. Apesar de ainda ser um tabu na sociedade, a menstruação é um assunto necessário de ser discutido, já que a falta de informação pode fazer com que essas pessoas sintam desconforto consigo mesmas e até tenham vergonha de falar sobre o tema. Por isso, o Saúde com Ciência desta semana vai abordar sobre a menstruação, os sintomas de cada uma das fases do ciclo e a pobreza menstrual.

Relações abusivas e saúde mental

Relacionamento abusivo é aquele em que há violência por qualquer uma das partes da relação, podendo haver abuso emocional, físico, moral, patrimonial ou sexual. E de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma a cada três mulheres sofrem violência dentro do relacionamento. Por isso, o Saúde com Ciência desta semana conversa com um especialista para discutir a temática.

Entrevistado: Rodrigo Nicolato – professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG.

Saúde de crianças pretas e indígenas

Você sabia que as crianças indígenas têm 14 vezes mais chance de morrer por diarreia? E que o risco em crianças pretas é 72% maior do que se comparado com crianças nascidas de mães brancas? Esses dados preocupantes foram divulgados por um estudo liderado pelo Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs) e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) da Bahia. Para falar sobre esses números e discutir como está a saúde dessa população, o Saúde com Ciência aborda a desigualdade no acesso à saúde, às condições básicas de saneamento e as consequências desses fatores para a vida das crianças.

Entrevistada:

Ana Cristina Simões – professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG.

Dores e problemas de coluna

As dores e problemas de coluna afetam milhares de pessoas todos os dias, causando indisposição, desconforto e até baixo rendimento no trabalho ou estudo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 80% da população mundial têm ou já tiveram algum tipo de dor nas costas. Por isso, o Saúde com Ciência desta semana vai abordar questões relacionadas a esses problemas, como a má postura, sedentarismo e o desgaste natural da coluna.

Entrevistado:

Aluízio Arantes  médico cirurgião e professor do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina da UFMG.

Dor de cabeça

A cefaleia, popularmente conhecida como dor de cabeça, afeta cerca de 140 milhões de brasileiros e é a sétima doença mais incapacitante do mundo, segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia. O problema pode ter várias causas, desde as mais comuns e cotidianas até as mais graves. Para tirar as dúvidas sobre o tema, o Saúde com Ciência desta semana conversa com uma especialista para explicar os tipos, as causas relacionadas e quais gatilhos podem desencadear a dor.

Entrevistada: Ana Paula Gonçalves – neurologista e neurofisiologista clínica do Hospital das Clínicas da UFMG.

Meningite: características e aumento de casos

A meningite é uma doença séria, que pode ser facilmente confundida com uma gripe comum. Por isso, é muito importante que haja conhecimento sobre seus principais riscos e características. Segundo o Ministério da Saúde, a meningite possui caráter endêmico no Brasil, isto é, os surtos podem vir ao longo de todo o ano, caso a cobertura vacinal tenha baixa adesão. Dessa forma, o Saúde com Ciência desta semana vai abordar a doença, seus sintomas, características, medidas de prevenção e aumento de casos no país.

Entrevistada: Valéria de Melo Rodrigues – pediatra e professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG.

TDAH: como identificar o transtorno em crianças e adultos?

O transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, mais conhecido como TDAH, acomete cerca de 3% da população mundial, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Entre os sintomas mais comuns do transtorno estão a falta de atenção, a impulsividade e a hiperatividade. E ao contrário do que se pensa, o TDAH não afeta apenas crianças. Adultos e idosos também podem ter impactos ao longo da vida devido ao transtorno. Para entender mais sobre o assunto, o Saúde com Ciência conversa com um especialista para conhecer as formas de tratamento e saber como diagnosticar o transtorno tanto em crianças, quanto em adultos. 

Entrevistado: Antônio Alvim – psiquiatra e professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG.