Solta a carta, Tigrinho: apostas e saúde mental

Em 2025, o brasileiro gastou, em média, 163 reais em casas de apostas, de acordo com dados do Governo Federal. Além disso, entre 2021 e 2024, o Brasil observou um aumento de 206% nos atendimentos de pessoas com dependência em apostas, exemplificando como esse é, sim, um caso de saúde pública.

No Saúde com Ciência desta semana, vamos tentar entender o fenômeno das casas de apostas no Brasil. Discutiremos como surge a dependência, quais os tratamentos possíveis, além de explorar como a dependência impacta a vida dos afetados.

Convidado:
Helian Nunes – professor do Departamento de Medicina Preventiva e Social da Faculdade de Medicina da UFMG

Entendendo a radiologia

A radiologia é o ramo da saúde que utiliza a radiação para a realização de diagnósticos, controle e tratamento de doenças. Essa área é fundamental na medicina atualmente, pois é capaz de realizar os mais modernos exames de imagem.

No Saúde com Ciência desta semana, falaremos sobre a importância da radiologia. Além disso, explicaremos a diferença entre os principais exames e falaremos sobre os mitos que envolvem a segurança da radiologia.

Convidado:
Rodrigo Gadelha – professor do Departamento de Anatomia e Imagem da Faculdade de Medicina da UFMG

Ozempic e semaglutida

O Ozempic é um medicamento injetável que contém semaglutida, que auxilia no controle da glicose e pode levar à perda de peso ao regular o apetite e retardar o esvaziamento gástrico.

No Saúde com Ciência desta semana, falaremos sobre como funciona o medicamento e quando ele é indicado. Além disso, traremos também um pouco sobre os efeitos e resultados do Ozempic e qual é o cenário atual no país.

Convidado:
Gustavo Penna – professor do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG

Mitos e verdades sobre o diabetes

Segundo dados da Agência Brasil, mais de 10% da população brasileira é paciente de diabetes, fazendo com que o país ocupe a sexta posição mundial em casos da doença. A incidência é maior entre as mulheres, com 11%, e principalmente entre os adultos acima dos 65 anos, com mais de 30%. O diabetes afeta mais de 15 milhões de brasileiros, e, sem tratamento, pode levar à retinopatia, cegueira, amputação de membros e insuficiência renal, entre outras graves consequências.

No Saúde com Ciência desta semana, vamos debater mitos e verdades sobre o diabetes. Iremos relembrar os conceitos da doença e explicar o que é o pré-diabetes. Além disso, iremos esclarecer melhor informações acerca da alimentação dos pacientes e dos tratamentos medicamentosos disponíveis.

Convidado:
Márcio Weissheimer Lauria – professor do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG

Climatério e menopausa: impactos no trabalho

No Brasil, mais de 30 milhões de mulheres estão na faixa de idade do climatério e da menopausa. Esse período é marcado por diversas alterações físicas e psicológicas na mulher, e pode impactar tanto sua vida pessoal quanto sua relação com o trabalho.

No Saúde com Ciência desta semana iremos conversar sobre o climatério e a menopausa, abordando seus conceitos e faixas etárias comuns. Além disso, vamos entender quais os impactos da menopausa no ambiente de trabalho e como a mulher pode amenizar estes sintomas.

Convidado: Márcio Hipólito – professor do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da UFMG

Hemangioma

O hemangioma é um tumor benigno composto por vasos sanguíneos em crescimento anormal, e afeta aproximadamente 5% de todas as crianças com até 1 ano de vida.

No Saúde com Ciência desta semana iremos conversar sobre a doença, abordando suas causas e diagnóstico. Além disso vamos explicar quais os principais e mais eficazes tratamentos.

Convidada:
Luciana Baptista Pereira – professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG

Como é fazer ciência no Brasil?

Em 2023, o Brasil publicou quase 157 mil artigos científicos. 75% deles foram publicados em acesso aberto. Esse número elevou o país à décima posição mundial em produção científica. Hoje, estima-se que 90% de toda a pesquisa e produção científica do Brasil venha das universidades públicas, como a UFMG.

No Saúde com Ciência desta semana, vamos conversar sobre como é fazer ciência no Brasil. Discutiremos a rotina e a formação de um pesquisador, o papel de destaque da UFMG e das universidades públicas na produção de ciência e pesquisa no Brasil e qual o panorama do futuro do conhecimento produzido em nosso país.

Convidado:
Fernando Reis – pró-reitor de Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais

Saúde do trabalhador: Escala 6×1

Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério da Economia, aproximadamente 33 milhões de brasileiros trabalham em escala 6 por 1. Já um levantamento realizado pela Quaest aponta que 71% dos brasileiros são a favor do fim de tal escala de trabalho.

No Saúde com Ciência desta semana, vamos conversar sobre essa escala de trabalho e a saúde do trabalhador. Discutiremos quais os riscos para a saúde física do trabalhador com essa jornada exaustiva de trabalho e explicaremos quais os riscos para a saúde mental. Também vamos comentar como o trabalhador pode se prevenir ou minimizar os danos de uma escala prejudicial de trabalho.

Convidado: Helian Nunes – professor do Departamento de Medicina Preventiva e Social da Faculdade de Medicina da UFMG

Mitos e verdades sobre a mamografia

O câncer de mama é o tipo de câncer que mais mata mulheres no Brasil. Estima-se que surgem mais de 70 mil novos casos da doença no país todos os anos. Para o tratamento eficaz da doença, o diagnóstico precoce através da mamografia é de suma importância. Segundo o Ministério da Saúde, o exame deve ser realizado pelo menos uma vez a cada dois anos por mulheres entre os 50 e os 69 anos.

No Saúde com Ciência desta semana, vamos conversar sobre a mamografia. Discutiremos quais os seus benefícios, riscos e contraindicações. Além disso, iremos explicar o passo a passo de como funciona o procedimento, desmitificando alguns fatos e equívocos relacionados a ele.

Convidada:

Priscila Santana – professora do Departamento de Anatomia e Imagem da Faculdade de Medicina da UFMG

Crise mundial de fertilidade

Países desenvolvidos e em desenvolvimento têm observado taxas de fecundidade abaixo do nível de reposição populacional, que é de 2,1 filhos por mulher. Algumas nações, como o Brasil, apresentam taxas girando em torno de 1,5. Aumentos no custo de vida, incertezas econômicas e dificuldades de acesso à moradia e à saúde são alguns dos fatores citados como barreiras para ter filhos.

No Saúde com Ciência desta semana, vamos conversar sobre a crise mundial de fertilidade. Iremos discutir os fatores responsáveis pela queda de fecundidade e o impacto da desigualdade social na crise. Além disso, também exploraremos o impacto da postergação da maternidade na vida da mulher e possíveis políticas e soluções para a crise global.

Convidada:
Márcia Mendonça Carneiro – professora do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da UFMG